Homem é preso para cumprir pena de 10 anos por estupro de vulnerável
Atualizado em 12/05/2026

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) cumpriu, na manhã desta terça-feira (12), um mandado de prisão contra um homem de 62 anos, condenado definitivamente pelo crime de estupro de vulnerável. A prisão ocorreu em Cabo Verde, no Sul de Minas, e encerra um processo judicial iniciado em 2024, embora o investigado ainda responda por novas denúncias recentes.
A Condenação
O crime que resultou na condenação definitiva — quando não há mais possibilidade de recurso (trânsito em julgado) — foi denunciado em fevereiro de 2024. De acordo com as investigações da Delegacia de Polícia Civil, o homem, na época com 60 anos, era vizinho e conhecido da família da vítima, uma criança de 12 anos.
O agressor se aproveitava da proximidade entre as casas e dos momentos em que os responsáveis não estavam presentes para praticar atos libidinosos, que incluíam beijos forçados. Para garantir a impunidade, o homem tentava “comprar” o silêncio da vítima:
Coação psicológica: Solicitava que o fato não fosse revelado.
Suborno: Oferecia presentes para que a criança mantivesse o segredo.
A Justiça fixou a pena em 10 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado.
Novas Denúncias em 2026
Além da pena que começa a cumprir agora, o homem está sendo investigado pela polícia por um crime idêntico, denunciado há poucas semanas, em abril de 2026. Neste segundo caso, a vítima é uma criança de 11 anos. O padrão de conduta descrito nos autos é similar ao caso anterior: o homem se valia da relação de confiança com os familiares para ficar sozinho com a vítima. As investigações apontam toques nas partes íntimas e beijos forçados, seguidos, novamente, por pedidos para que nada fosse contado.
“O investigado demonstrava um padrão de comportamento ao se valer da confiança e da vizinhança para vulnerar as vítimas”, aponta o relatório da PCMG.
Encaminhamento ao Sistema Prisional
Após os procedimentos de praxe na unidade policial, o condenado foi transferido para o Sistema Prisional, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário. A PCMG continua as investigações sobre a denúncia mais recente para apurar se há outras possíveis vítimas na região.
A Polícia Civil reforça a importância de que casos de abuso sejam denunciados imediatamente via Disque 100 ou diretamente nas delegacias, garantindo o sigilo e a proteção dos menores.

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