Motorista é preso por embriaguez ao volante no Centro de Poços de Caldas
Atualizado em 11/05/2026

Um homem foi preso em flagrante por embriaguez ao volante na noite de sábado (9), na Rua Junqueiras, região central de Poços de Caldas. A ocorrência foi registrada pela Polícia Militar após denúncias de que o condutor dirigia em zigue-zague pela via pública.
Segundo o boletim de ocorrência, equipes policiais foram acionadas pelo Copom para prestar apoio a militares do policiamento a pé, que já haviam realizado a abordagem de um veículo Ford Fiesta vermelho nas proximidades do número 30 da Rua Junqueiras.
De acordo com os policiais, testemunhas informaram que o motorista apresentava sinais de embriaguez enquanto conduzia o automóvel de maneira irregular. Ainda conforme o relato, os militares visualizaram o condutor ingerindo bebida alcoólica diretamente de uma garrafa de vodka enquanto dirigia.
A abordagem ocorreu quando o veículo parou em um semáforo. O motorista e outros dois passageiros desembarcaram do automóvel e foram submetidos à busca pessoal, assim como o interior do carro também foi vistoriado.
Durante as diligências, os policiais localizaram duas garrafas de vodka — uma vazia e outra cheia — além de cinco latas de energético cheias, uma lata vazia, uma garrafa grande de energético vazia e uma porção de substância semelhante à maconha, com tamanho aproximado de uma bola de pingue-pongue.
Após consulta aos sistemas policiais, foi constatado que o condutor, identificado pelas iniciais W.A.L., já possuía registros anteriores relacionados à condução de veículo sob influência de álcool. Os passageiros não apresentavam pendências e foram liberados no local.
Ainda segundo a ocorrência, o veículo estava com o licenciamento irregular.
O motorista aceitou realizar o teste do etilômetro, que confirmou a ingestão de álcool. Diante da situação, o carro foi removido para um pátio credenciado e o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime de embriaguez ao volante.
A Polícia Militar informou que todos os direitos constitucionais do suspeito foram garantidos, incluindo o direito de permanecer em silêncio.

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