“Levi não pode mais esperar”: família faz vaquinha para custear cirurgia de bebê em Poços de Caldas
Atualizado em 24/09/2026

A falta de atendimento especializado em urologia pediátrica na rede pública de Poços de Caldas levou a família de Levi Campos de Araújo, de 1 ano e meio, a iniciar uma campanha para arrecadar recursos e custear a cirurgia da criança na rede particular.
Levi foi diagnosticado com hidronefrose, condição caracterizada pela dilatação do sistema urinário do rim, além de obstrução urinária. Segundo a família, o quadro é considerado urgente, e há preocupação com perdas na função renal.

Mais de 10 meses de espera
De acordo com a mãe, Gabriela Campos, Levi nasceu com a condição e realiza exames regularmente para acompanhar o quadro.
Ainda segundo Gabriela, a médica responsável pelo acompanhamento solicitou o encaminhamento do menino para avaliação cirúrgica. A mãe afirma que o pedido aguarda atendimento há meses e aponta a falta de urologistas pediátricos na rede pública local como uma das principais dificuldades enfrentadas pela família.
A Secretaria Municipal de Saúde informou, por sua vez, que recebeu a solicitação de pieloplastia para a criança em 15 de abril de 2026. Segundo a pasta, o pedido foi analisado, aprovado e inserido no sistema Conecta ainda no mês de abril.
Atualmente, conforme a Secretaria de Saúde, o procedimento aguarda agendamento pelo hospital de referência. Até o momento, não há data definida nem previsão para a realização da cirurgia.
Família busca alternativa na rede particular
Diante da demora, a família decidiu tentar realizar o procedimento na rede particular, com o objetivo de agilizar o tratamento de Levi.
Para isso, foi criada a vaquinha “Levi não pode mais esperar”, com a meta de arrecadar R$ 15 mil para custear a cirurgia.
A família pede a ajuda da população por meio de doações ou do compartilhamento da campanha, para que a história de Levi alcance mais pessoas e a meta seja atingida o mais rápido possível.
Como ajudar
As doações podem ser feitas pela página da campanha na Vakinha:
Quem não puder contribuir financeiramente também pode compartilhar a campanha nas redes sociais e em grupos de WhatsApp, ajudando a ampliar o alcance da arrecadação.
A família reforça o pedido de solidariedade neste momento, na expectativa de viabilizar o tratamento de Levi.

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