Lotes de medicamentos para colesterol e corticoide são recolhidos por suspeita de irregularidades
Atualizado em 18/05/2026
Veja quais lotes de remédios da Cimed e Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia LTDA estão sendo recolhidos no Brasil

Dois medicamentos utilizados no tratamento de colesterol e um corticoide injetável passam por recolhimento voluntário após a identificação de possíveis irregularidades em lotes específicos. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (18).
Os produtos afetados são os medicamentos atorvastatina cálcica 40 mg e rosuvastatina cálcica 20 mg, fabricados pela Cimed, além do fosfato dissódico de dexametasona 4 mg/ml solução injetável, produzido pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia LTDA.
Lotes recolhidos
Segundo as informações divulgadas, o recolhimento envolve:
- Atorvastatina cálcica 40 mg — lote 2424299;
- Rosuvastatina cálcica 20 mg — lote 2424299;
- Fosfato dissódico de dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50 unidades) — lote 25091566.
No caso da atorvastatina e da rosuvastatina, o motivo do recolhimento é a suspeita de mistura de embalagens, com cartuchos de rosuvastatina 20 mg identificados no lote da atorvastatina 40 mg.
Já no medicamento fosfato dissódico de dexametasona, a fabricante informou que foi constatada turvação da solução quando o produto é diluído em associação com determinados medicamentos.
Para que servem os medicamentos
A atorvastatina cálcica e a rosuvastatina cálcica pertencem à classe das estatinas, medicamentos indicados para reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL) e triglicerídeos, além de auxiliar no aumento do colesterol bom (HDL).
Os remédios são amplamente utilizados na prevenção de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Já o fosfato dissódico de dexametasona é um corticoide sintético utilizado no tratamento de inflamações severas, alergias, doenças autoimunes, problemas dermatológicos e edemas. O medicamento também pode ser indicado em alguns distúrbios endócrinos e condições neurológicas.
Fonte: Com informações de G1.

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