Cesta básica registra alta de 6,83% em Poços de Caldas; hortifrútis lideram aumento dos preços
Atualizado em 05/08/2026
Pesquisa do Procon aponta que inflação da cesta básica acumula 3,56% em 2026; setor de carnes apresentou queda média de 2,03% no período

A cesta básica em Poços de Caldas ficou 6,83% mais cara na comparação entre o levantamento realizado na última semana de junho e a pesquisa mais recente divulgada pelo Procon Municipal. Com o reajuste, a inflação acumulada da cesta básica em 2026 chega a 3,56%.
O levantamento avaliou produtos dos setores de alimentação, hortifrutigranjeiros, padaria, bebidas, higiene pessoal e limpeza, identificando os principais aumentos e reduções de preços encontrados nos estabelecimentos da cidade.
Hortifrútis puxam a inflação
O setor de hortifrutigranjeiros foi o principal responsável pela alta da cesta básica no período. Entre os produtos que mais aumentaram de preço estão:
- Mamão papaya: alta de R$ 4,91 por quilo;
- Manga: alta de R$ 2,50 por quilo;
- Pimentão verde: alta de R$ 1,20 por quilo;
- Achocolatado (350g): aumento de R$ 0,56;
- Sabão em barra (pacote com cinco unidades): aumento de R$ 0,45.
Quedas amenizam impacto no orçamento
Apesar da elevação geral dos preços, alguns produtos importantes registraram redução, contribuindo para diminuir o impacto no orçamento das famílias.
O destaque foi o tomate, que apresentou queda de R$ 3,54 por quilo. Também ficaram mais baratos:
- Batata inglesa: redução de R$ 3,29 por quilo;
- Pão doce: redução de R$ 3,20 por quilo;
- Cenoura: redução de R$ 3,06 por quilo;
- Pó de café (500g): redução de R$ 0,63.
Carnes apresentam queda média de 2,03%
No setor de carnes, a pesquisa trouxe um cenário mais favorável ao consumidor. Os preços apresentaram queda média de 2,03% em relação ao levantamento de junho. No acumulado de 2026, a variação do setor é de apenas 0,04%, indicando estabilidade.
Entre as maiores reduções estão:
- Picanha: queda de R$ 5,31 por quilo;
- Contrafilé: redução de R$ 3,26 por quilo;
- Pernil sem osso: queda de R$ 1,29 por quilo.
Por outro lado, alguns itens registraram aumento de preço. O filé de tilápia foi o produto com maior alta no segmento, subindo R$ 3,33 por quilo. Também apresentaram elevação a costelinha de porco, com aumento de R$ 0,56 por quilo, e a alcatra, que ficou R$ 0,31 mais cara por quilo.
Pesquisa completa
O Procon orienta os consumidores a pesquisarem os preços antes das compras, já que os valores podem variar entre os estabelecimentos do município.
A pesquisa completa pode ser acessada AQUI

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