[Vídeo] PRF salva criança de 2 anos engasgada na BR-146, em Poços de Caldas
Atualizado em 30/01/2026
Uma ação rápida da Polícia Rodoviária Federal (PRF) salvou a vida de uma criança de 2 anos que chegou desacordada à Unidade Operacional da corporação em Poços de Caldas, na noite de quinta-feira (29). O caso ocorreu por volta das 23h30, na BR-146.
Atendimento imediato
Segundo a PRF, um casal procurou a unidade relatando que o filho havia se engasgado durante a alimentação. A criança apresentava perda de consciência no momento da chegada. Diante da situação, os policiais iniciaram imediatamente as manobras de desengasgo, conseguindo reverter o quadro e fazer com que a criança recobrasse a consciência.
Encaminhamento à UPA
Após o atendimento inicial, por medida de segurança, a criança e os pais foram encaminhados a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), localizada a cerca de 10 quilômetros do local. A criança passou por avaliação médica e foi liberada no dia seguinte, já fora de risco, retornando para casa.
Novas diretrizes sobre desengasgo
O caso chama atenção para as recentes atualizações nos protocolos de primeiros socorros. Em outubro de 2025, a American Heart Association (AHA) atualizou as diretrizes oficiais sobre primeiros socorros, reanimação cardiopulmonar (RCP) e emergências cardiovasculares, com mudanças importantes nas manobras de desengasgo.
As novas orientações, publicadas na revista científica Circulation, substituem as diretrizes de 2020 e passam a valer como referência mundial para cursos e atendimentos de primeiros socorros.
O que mudou nos procedimentos
De acordo com a AHA, para vítimas conscientes — crianças e adultos — a recomendação agora é alternar cinco pancadas nas costas com cinco compressões abdominais, conhecidas como manobra de Heimlich.
No caso de bebês com menos de 1 ano, o procedimento é diferente: devem ser alternadas cinco pancadas nas costas com cinco compressões no peito, realizadas com a base da palma da mão. A entidade reforça que compressões abdominais são proibidas em bebês, devido ao risco de lesões em órgãos internos.
O objetivo das mudanças, segundo a AHA, é aumentar a eficácia do socorro e reduzir possíveis complicações durante o atendimento de emergências por engasgo.
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