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Venda ilegal de canetas emagrecedoras leva à prisão de dois suspeitos em operação no Sul de Minas

Atualizado em 19/02/2026

 

Medicamentos eram vendidos com receitas médicas falsificadas

Foto: Receita federal.

Duas pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (19), em Pouso Alegre, no Sul de Minas, durante uma operação conjunta da Receita Federal do Brasil e da Polícia Militar de Minas Gerais contra crimes de contrabando e estelionato envolvendo medicamentos.

Durante a ação, foram apreendidos diversos produtos, incluindo canetas emagrecedoras e medicamentos utilizados em tratamentos de fertilização in vitro. As investigações apontaram que os suspeitos comercializavam os itens de forma irregular e utilizavam prescrições médicas falsificadas para viabilizar as vendas.

Segundo os órgãos envolvidos, os investigados falsificavam a assinatura e o carimbo de um médico da cidade de São Paulo, simulando receitas legítimas. A prática caracteriza crime de estelionato, além de outras infrações relacionadas à comercialização ilegal de medicamentos.

Os dois presos foram encaminhados à Polícia Federal, responsável pela continuidade das investigações e adoção das medidas legais cabíveis.

Comercialização irregular é crime e oferece risco à saúde

A comercialização e a importação de canetas emagrecedoras são regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Conforme as normas, medicamentos sem registro no Brasil só podem ser importados em caráter excepcional, mediante prescrição médica e exclusivamente para uso pessoal.

A venda desses produtos fora das condições autorizadas configura crime de contrabando e representa risco à saúde pública, já que não há garantias sobre a origem, conservação ou qualidade dos medicamentos comercializados ilegalmente.

As autoridades não divulgaram a identidade dos presos nem detalhes sobre os locais de armazenamento ou distribuição dos produtos apreendidos.

 

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