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Ordem do Dia 05/08/25

Atualizado em 05/08/2025

Dados oficiais se juntam a notícias e imagens perturbadoras.

Pesquisas do IBGE informam que a maioria das famílias brasileiras, atualmente, são chefiadas por mulheres.

Dados sobre feminicídios, por outro lado, indicam o crescimento desse crime em todo o Brasil. Especialmente em S. Paulo: estatísticas da Secretaria de Segurança Pública, desse Estado, indicam o crescimento do assassínio contra mulheres em 241%, somente nos últimos dois anos.

Finalmente, imagens colhidas num elevador da cidade de Natal, mostra uma cena de grande brutalidade.

Um homem atlético, ex-jogador de basquete, agrediu com 61 socos sua então namorada. Desfigurando-a. Numa clara tentativa de feminicídio.

Essa seria uma imagem síntese, além de rumorosos assassinatos de mulheres ocorridos no início desta semana, de toda a violência pela qual passa a mulher brasileira.

Justamente o esteio da maioria das famílias nacionais.

O que estaria ocorrendo?

Este colunista, inclusive, escreveu um artigo sobre a questão da mulher nos países de cultura árabe. Enquanto aguardamos sua publicação, podemos adiantar o seguinte: a violência contra a mulher é histórica, cultural e concorre para o atraso das sociedades que sofrem desse problema.

Basta dizer que a cultura árabe, durante a Idade Média, não apenas preservou os conhecimentos clássicos, como também desenvolveu a cultura, a ciência e a tecnologia a qual levou o Ocidente à liderança técnica, acadêmica e econômica mundial.

Os Árabes retrocederam dramaticamente. Estagnados no atraso generalizado.

Essa violência contra a mulher pode ser o ovo da serpente. Que levará o “país do futuro” em direção à África. E não ao primeiro mundo.

Seremos os tupiniquins de tipo africano. Com um desenvolvimento similar.

Uga, buga!

* Marco Antônio Andere Teixeira é historiador, advogado, cientista político (UFMG), pós-graduado em Controle Externo (TCEMG/PUC-MG), Direito Administrativo (UFMG) e Ciência Política (UFMG). E-mail: marcoandere.priusgestao@gmail.com

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