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Fiscalização apreende 800 kg de carne de cavalos em abate clandestino no Sul de Minas

Atualizado em 06/02/2026

 

Carne estava embalada para possível comercialização; responsável é reincidente e não foi localizado

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente – Carne imprópria para consumo apreendida em fazenda na zona rural de Campo Belo (MG).

 

Uma ação de fiscalização apreendeu cerca de 800 quilos de carne proveniente de abate clandestino na manhã desta quinta-feira (5), na zona rural de Campo Belo, no Sul de Minas Gerais. A operação foi realizada pela Polícia Militar de Meio Ambiente, que identificou indícios de abate ilegal de equídeos, como cavalos, em uma área de desmate.

Indícios de abate ilegal

Foto: Polícia Militar de Meio Ambiente.

Durante as diligências na propriedade, os militares constataram sinais claros de abate clandestino, com resíduos de animais espalhados pelo local e descarte inadequado, sem qualquer controle ambiental ou sanitário. Em cinco freezers, foi encontrada carne já embalada, o que levantou a suspeita de que o produto seria destinado à comercialização.

Condições insalubres e apreensão

Fiscais do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e da Vigilância Sanitária estiveram no local e confirmaram as condições insalubres da atividade. Diante da situação, foi determinada a apreensão e o descarte de toda a carne. A Polícia Civil também foi acionada e realizou a perícia técnica para subsidiar as investigações.

Riscos à saúde e maus-tratos

Segundo a Polícia Militar de Meio Ambiente, o abate realizado fora das normas legais provoca sofrimento aos animais, em razão do uso de métodos inadequados, além de resultar em carne imprópria para consumo humano, por não atender às exigências sanitárias.

Suspeito é reincidente

O homem apontado como responsável pelo local foi identificado, mas não foi encontrado durante a operação. De acordo com a polícia, ele é reincidente nesse tipo de prática. O suspeito poderá responder por crimes ambientais, como poluição e maus-tratos a animais, além de crimes contra as relações de consumo. Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de prisão.

 

Fonte: Com informações de G1.

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