Adolescente é vítima de estupro durante corrida por aplicativo em Poços de Caldas
Atualizado em 14/01/2026

A Polícia Militar de Minas Gerais prendeu, na noite da última sexta-feira (10), um homem suspeito de cometer o crime de estupro durante uma corrida de moto solicitada por aplicativo, em Poços de Caldas, no Sul de Minas. A vítima é uma adolescente.
De acordo com o boletim de ocorrência, a corporação foi acionada via COPOM após a denúncia de violência sexual. Conforme o relato, durante o trajeto até a residência da vítima, o condutor desviou do itinerário previsto e parou em um local ermo, onde o crime teria sido praticado mediante grave ameaça.
Após o ocorrido, a adolescente foi amparada e encaminhada para atendimento médico hospitalar, onde recebeu os cuidados necessários, incluindo medidas profiláticas. Familiares e testemunhas prestaram apoio e colaboraram com as informações repassadas às autoridades.
Suspeito localizado e preso em flagrante
Com base em dados fornecidos pelo aplicativo de transporte, equipes da Polícia Militar identificaram e localizaram o suspeito. No momento da abordagem, ele tentou fugir, mas foi contido e preso em flagrante. Materiais relacionados ao caso foram apreendidos e encaminhados à autoridade policial.
O homem foi levado a uma unidade hospitalar para os procedimentos de praxe e, em seguida, apresentado à Polícia Civil. Na delegacia, a prisão em flagrante foi ratificada pelo delegado de plantão, e o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional.
Prisão revogada por decisão judicial
No entanto, durante a análise do caso, a juíza de plantão entendeu que não estavam presentes os requisitos legais para a caracterização da prisão em flagrante, avaliando que a detenção ocorreu fora das hipóteses previstas em lei. Diante disso, a magistrada reconheceu a ilegalidade da prisão e determinou a soltura do investigado.
A decisão judicial gerou ampla repercussão nas redes sociais após a divulgação de imagens do suspeito. As publicações manifestam indignação com a soltura e levantam alertas sobre a segurança de mulheres e adolescentes que utilizam serviços de transporte por aplicativo.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
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Comentário (1)
Foi solto porque não foi com familiar da juíza. Nossa leis estão está uma baderna